segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Blood Flavor's Prestige

To be...
What subject?
Six words is hard

Hungry for the blood of victory
I'll make breakfast in hell
Eating bread kneaded by the devil

There he will find a warm, individual
Specially designed to provide safety and comfort
I click the "Feeling Lucky"

Compulsory delivery of a kilogram
Go, Go jig jig

Greed makes you a cost
Pay your bills on time
Pay your bills on time

Suck this mango
Chew this marc
Here is no space
For you it is gourd
Come give me a hug

Standing in line, sad thing!
Mount genome, sad thing!
Then go to a swing

Compulsory delivery of a kilogram
Go, Go jig jig

Greed makes you a cost
Pay your bills on time
Pay your bills on time

sexta-feira, 6 de março de 2009

Bispo pra mim é bar...

Discutir religião?!?!
É claro.

Há alguns dias vem sendo comentado na mídia o caso em que uma garotinha foi estuprada pelo padrasto e acabou engravidando. Não que isso seja incomum (às vezes a imprensa apenas não se interessa), mas este caso ganhou tal repercussão por ter tido envolvimento da igreja quando o arcebispo católico Dom José Cardoso Sobrinho anunciou a excomungação dos envolvidos porque estes ajudaram a menina a provocar um aborto. E disse ainda pouco depois, talvez querendo amenizar a situação: "...Quem comete aborto está automaticamente se excomugando".

Ora. De que mundo esse "intelecto" veio?
Encher a cara, fazer sexo sem responsabilidade e querer se convencer que não sabia das consequências - sejam elas uma gravidez ou doenças - é uma coisa. Mas neste caso, não existe possibilidade de acreditar que um Deus, seja qual for esse Deus, seria capaz de coagir tal acontecimento.
De qualquer maneira, vamos supor...

Deus está lá em sua casa bem criativo, entediado com essa coisa de amor e relacionamentos sempre acompanhar as gestações e os futuros bebês, e acaba tendo uma idéia (genial):
"Por que não fazer um moleque demente engravidar uma criança e ver o que acontece...
Talvez esta criança seja uma ótima mãe para a outra criança. Sim! É isso! Que seja feita a minha vontade!
E aqueles que se opuserem vão na mesma hora se entender com o tio Demônio."

Enfim... Deu pra perceber que tudo faz muito sentido, não é?
Afinal, este arcebispo é seguidor de quem? Que tipo de valores uma pessoa que adota tal postura tem?
Sei que não é o meu Deus que aprova este tipo de atitude.

Será que é mais fácil acreditar cegamente nas regras feitas pelos devotos de centenas de anos atrás, ilustradas pela minha pequena descrição de cena? Ou seria mais correto perceber, ou aceitar, que talvez Deus - por linha bem tortas às vezes, é verdade - há muito tempo quer fazer com que as pessoas percebam que a igreja nada tem a ver com ele?

Apenas pense.

I'm back. I guess... lol

Em meio a trabalho, dinheiro, diversão, estudos, jogos, mulheres, e uma ou duas mentiras, pouco tempo me sobra pra escrever apenas por prazer.
Fato é que isso me faz bem; então tentarei ser mais regular.
Em meio há um processo seletivo more easy than your sisters consegui a matrícula num curso bem interessante que começará em breve. Provavelmente isso me tome todo o tempo, mas vou tentar aparecer aqui sempre que possível.

sábado, 17 de maio de 2008

Um eterno sonhador...

Nunca me lembrei dos meus sonhos.
Claro... uma vez ou outra sonhava que estava voando, ou tinha pesadelos, e também curtia bons momentos com aquela menina da escola com a qual não tinha coragem de conversar... Fato é que conforme fui crescendo os sonhos foram se tornando mais raros e me acostumei a não sonhar, ou pelo menos não lembrar dos sonhos.
Mas ultimamente isso mudou. No último mês já sonhei, em dias alternados (inclusive ontem), exatas 9 vezes com o mesmo sonho. Não que isso interesse a alguém, mais talvez eu seja uma espécie de vidente que tem algum tipo de missão!

...

É, tá certo... Provavelmente os sonhos não tenham grandes significados e sejam apenas distrações da mente, mas que este tem me deixado encucado isso tem. É mais ou menos assim...

Estou eu em uma casa de praia, sempre de madeira, observando atentamente o mar (pelo qual sempre tive muito respeito e admiração). Sempre me encontro debruçado sobre uma janela, às vezes com os pés no chão, às vezes de joelhos sobre uma cama. O quarto sempre tem a cor verde. De repente, sem grandes mudanças no clima, as ondas começam a ficar cada vez maiores e a invadir o jardim da casa (que às vezes tem um muro, às vezes não). Em pouco tempo, as ondas já ultrapassam a altura da casa e quebram por todos os lados inundando tudo, menos eu, que fico assistindo a tudo seco e admirado, como que envolto em uma bolha imune à água.

Pesquisei em alguns livros os significados de sonhos parecidos, mas em todas as definições que englobam mar e coisas afins os "sonhadores", espertos, se afogam...

Talvez um dia eu entenda o que isso significa, ou não.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Declaração às sagitarianas...

Seguindo um conselho indireto de alguns novos amigos deixei de enxergar um pouco da lógica de tudo e estou tentando perceber que uma linha reta nem sempre é o caminho mais curto pra algo. Nessa história toda, li sobre significado de sonhos, espiritismo, astrologia, e até sobre poderes ocultos do cérebro ativados por mantras. É... esse último eu ainda vou precisar evoluir muito, ou não, pra digerir.

Tudo bem, talvez você não acredite em nada disso, mas vou lhe mostrar o que, entre outras coisas, me fez passar a acreditar na astrologia, por exemplo.

Achei algumas características das sagitarianas e vou descrevê-las a seguir. Você não precisa ser um perito como eu que em 90% dos casos se relacionou com sagitarianas, basta ter conhecido uma pra você entender do que eu estou falando. Se você é sagitariana, depois apenas confirme as minhas linhas...

Antes de qualquer coisa não falarei das sagitarianas sem-graça. Mesmo sendo exceções, elas existem, mas não as conheço.
Uma das primeiras lições descritas num "Manual de convivência com Sagitarianas" (se é que fosse possível isso existir) seria que ela quase sempre (e digo quase sempre porque as regras não funcionam com elas) não dirá o que você quer ouvir, mesmo que ela queira falar.
A maioria delas também é direta e sincera, já que vê o mundo como ele é. A sagitariana não gosta de mentiras, e não costuma mentir. Isso porque ela não sabe fazer isso. Mesmo sendo mulher, vai ser muito fácil ver sinais das mentiras contadas por ela .
As sagitarianas são muito independentes e mantêm uma certa distância aos laços familiares. Aprendi, por experiência, que quando você quiser que uma sagitariana faça alguma coisa, não tente mandar, peça. Ela não nasceu para ser mandada, odeia receber ordens e abomina todos os homens que tentam aprisioná-la. Ela gosta de ser protegida, mas não gosta de ser mandada. Se nem mesmo o pai dela consegue dominá-la, não são muitos que conseguiram fazê-lo.

Está parecendo que elas são difíceis de lidar, não é? Mas calma... piora:
Quanto mais nervosa fica, mais sarcástica e cínica se torna. A sagitariana pode mandá-lo para o inferno com um grande, e lindo, sorriso nos lábios e ainda ridicularizá-lo na frente de todos, como se estivesse a divertir-se. Ela tem uma estranha habilidade de lhe ofender com uma gama enorme de palavras e ainda fazer todos acreditarem que ela é a vítima. Em qualquer situação.
Esse comportamento não dá conta de toda a raiva de uma sagitariana irritada, mas de apenas 50%. Nas outras vezes, ela, mesmo não tendo o hábito, faz um escândalo digno de qualquer novela mexicana. Neste caso, a opção mais sensata antes de tomar qualquer atitude é esperar ela se cansar.

Ok... Tem sim partes boas... Se você for só amigo dela...
Ela faz a festa sozinha. Por algum motivo estranho você vai conversar com ela por horas e é ela que estará com você quando os outros não estiverem. Isso porque ela é generosa, paciente e atenciosa com todos os amigos. Uma prova é que o telefone delas vive ocupado pelos amigos que, mesmo que distantes, morrem de saudade. A estatística diria, se existisse uma, que elas são as únicas mulheres que conseguem ter amigos de infância.

Uma das particularidades delas, é a mescla de confiança no seu andar, com um jeito todo atrapalhado de se mover, tropeçando e derrubando coisas enquanto acha graça de tudo.
Disse "particularidades", mas poderia ter usado "qualidades", ou melhor: "encantos"... Em relação a vida amorosa, o que posso dizer? Elas são... atraentes.
Ela costuma ter uma atitude bastante displicente em relação a relacionamentos, o que faz as pessoas de fora acreditarem que ela é fria e insensível, mas digo, de novo por empirismo, que não é bem assim... ela emociona-se com facilidade e sonha com você durante as noites em que estiver sozinha, mesmo que nunca, ou quase nunca, confesse isso. Talvez ela até tenha guardado todos os bilhetes trocados, ou alguma lembrança da primeira vez que foram juntos ao cinema.
E é claro que você provavelmente não descubra onde estão essas provas de carinho tão cedo (e às vezes ela mesma esquece onde está, já que é bem desorganizada). Além disso, mostrar esses segredos aos outros seria admitir que está apaixonada (ou qualquer outro adjetivo que ela prefira usar) e ela odeia se sentir frágil.
Quando o romance acabar, a maioria vai achar que era apenas um rolo qualquer graças ao jeito leve dela de levar a vida. Apenas alguns saberão que por dentro ela está bastante mal.

Sejam novas ou velhas, os rótulos não se encaixam com elas. A beleza delas não é somente exterior e sempre permanecem com um ar jovem, um ar de menina. Aliás, elas adoram ser tratadas como meninas "serelepes" que nunca param num canto só. E, confesso, é essa alegria de viver e esse eterno otimismo que me enfeitiçou nas sagitarianas que tive oportunidade de conhecer. Nenhuma outra consegue irradiar tanta vida. Estar ao seu lado é viver sempre de bom humor.

Amar uma sagitariana é recompensador e nunca é monótono. Não importa que ela não saiba dizer o quanto te ama; quem já teve o prazer de estar apaixonado por sagitarianas sabe que a melhor maneira que elas têm para demonstrar o que sentem é através de atitudes.
E que atitudes... Não posso provar, porque nem sei se já provei todos os signos, mas poderia apostar que nenhuma mulher beija tão bem quanto uma sagitariana.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

De volta a grande nuvem...

Faz tempo que niguém aparece por aqui. Nem mesmo eu.
Está certo, eu preciso dar o exemplo! Vou ver se me animo outra vez...

sábado, 15 de março de 2008

Parque... de diversões!

Essa semana alguns sábios holandeses apresentaram novas leis legalizando o sexo ao ar-livre no Voldenpark, um famoso parque de Amsterdã.
A iniciativa foi uma forma digamos... original de conter a violência contra os gays no país, que costumavam se amassar escondidos em arbustos nos parques e acabavam sendo alvos fáceis de agressões, já que a polícia nem mesmo ficava sabendo do que estava acontecendo e não tinha como protegê-los.

Um dos conselheiros responsáveis pela lei explicou que não existe motivo pra tentar se opor ao sexo nos parques, já que isso é algo comum, e complementou corretamente:
"Tenho certeza que todo mundo já transou num parque em algum momento da vida."

Mas a lei também não é esse oba-oba que parece...
Tá certo... é um oba-oba sim, mas existem algumas regras. Como, por exemplo, levar a sujeira e o lixo embora; reservar tais atividades para a noite; e não usar coisas como a gangorra, o escorregador, ou qualquer outro brinquedo do parquinho, principalmente o trepa-trepa, que, com certeza, atraíria os engraçadinhos...

sábado, 8 de março de 2008

Um pouco de café, pra mim...

É, as aulas apenas recomeçaram e já são donas de um tempo precioso no qual eu estaria tocando meu violão, pensando em qualquer coisa, tranquilo, na rede, caso elas não fossem tão importantes...
Mesmo assim arranjo tempo, na viagem que faço até a universidade, para pensar em coisas que fazem o tempo passar mais rápido.

Há tempos me lembro que eu sempre dizia a mim mesmo que alcançaria a felicidade completa em minha vida depois que fizesse tal coisa, conseguisse isso ou aquilo, realizasse aquela coisa tão importante...
Em uma dessas viagens que citei há pouco, percebi que eu já tinha tido alguns momentos de felicidade suprema em minha vida. Mas como isso seria possível se aquele amontoado de coisas a fazer ainda não tinha sido realizado? Como aquele dia, com aquela pessoa especial, foi perfeito sem precisar de mais coisa alguma? Como, naquele momento, o mundo poderia permanecer estático por todo o sempre e por mim estaria tudo bem?

Aí percebi que na realidade a felicidade nao estaria me esperando depois que eu realizasse todos aqueles feitos, mas, se eu quisesse, ela me acompanharia durante todo o trajeto de conquista dos mesmos.

A felicidade não deve ser um bônus que acompanha uma conquista. Não é certo procurá-la em qualquer fonte externa.
A felicidade mais pura é quando não se tem motivo pra estar feliz.

"Um homem pode viver feliz com qualquer mulher desde que não a ame."
Oscar Wilde sobre Felicidade.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

"Tudo vale a pena, se a alma não é pequena."


Momento cultura no oMagano...

Depois de usar a expressão "Valer a pena" e suas derivações várias vezes, até mesmo nesse blog, fiquei curioso em saber qual a origem exata da mesma.

Infelizmente, as respostas encontradas não valeram a pena. O resultado não foi exato como o esperado. A explicação mais óbvia, e consequentemente com mais probabilidade de ser verdadeira, não apresenta origem alguma; e outra que apresenta uma origem é contestável, mas merece destaque pela criatividade.

Provavelmente a "pena" usada na expressão em nada tem a ver com penas de aves, plumas, e afins, mas sim com o outro significado da palavra: pagamento, sacrifício, sofrimento.
Logo, fazer algo que vale a pena é ter certeza de que tal atitude tem mais vantagens do que o preço que irá se pagar por ela. Quanto à origem da mesma, ou seja, algum período em que determinadas condições a fez famosa, nada se sabe.

A parte divertida é ver as milhões de histórias existentes por aí.
A melhor delas vem do julgamento final de Osíris, descrito no Livro dos Mortos (ou Livro da Saída da Alma à Luz). Reza a mitologia egípcia que no ritual de julgamento final da alma, esta se apresentava diante de Osíris após uma série de procedimentos preparatórios. Quando o julgamento ocorria, era feito colocando-se de um lado de uma balança o coração fisico da alma, que teria sido preservado pela mumificação, e do outro lado da balança uma pena, representando sua conscicência terrrena (veja a imagem acima). A alma estaria livre se a consciência tivesse se intensificado de conhecimentos e experiências a ponto de se condensar e equiparar o peso do coração.

E você? Tem alguma hipótese?

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Amar é...

Eu tentei evitar, eu juro! "Mas não vou deixar de fazer essa coisa que é a gente falar de amor, por mais simples que seja..."

Falo mais especificamente do amor entre um homem e uma mulher. E falo porque nos últimos dias esse sentimento foi o assunto principal de qualquer conversa que eu participei, de qualquer texto que li e qualquer música que ouvi. É fato que metade dos filmes, livros e músicas falam de amor, mas não vou negar que talvez eu esteja com os sentidos mais afinados pra tais percepções.

Os temas mais abordados foram algo como o que é o amor, como saber quando se está amando, se realmente é infinito, enfim... todas aquelas questões clichês já tão discutidas em mesas de bar ou no travesseiro de casa.

Começou esses dias quando percebi que talvez um amor, e digo talvez porque seria ingenuidade descrever tal sentimento, se mostrou desesperadamente mais resistente do que devia. Seria essa uma das formas de saber se realmente se ama uma pessoa? Esperar até o fim dos dias e, quando bem velhinho, verificar que realmente aquele sentimento lindo permaneceu intacto e solitário. Não... Seria muita maldade!
Talvez não exista uma forma de saber que se ama alguém, apenas se saiba e pronto. Meio paradoxo, eu sei. Mas e quando você precisa de uma palavra pra expressar o quanto você gosta de uma pessoa e "paixão" não representa nem metade do gostar? Algumas coisas são verdades só porque nós sentimos, e é assim. Que me dêem razão os que viram Cidade dos Anjos...

Sendo ou não amor, a partir do momento que se chama algum sentimento de amor surge outra preocupação: Será pra sempre?
Um célebre disse que "se acabar não era amor" e eu concordo com ele. Concordo porque o amor faz certas mágicas pra se tornar imortal, como fazer com que se goste até dos defeitos da outra pessoa, e pior, achar que nem são defeitos, que é só implicância de todas as outras pessoas no mundo. Além de aumentar em centenas de vezes nossa capacidade de perdoar. Dessa maneira, que motivo é capaz de provocar o afastamento do amante de sua amada?

Sendo ele imortal como aparenta, as notícias não melhoram, já que o amor normalmente é sozinho. Há de se concordar que ele nunca foi um sentimento predominantemente recíproco. Pense em duas pessoas que você conheça que se amam e estejam juntas. Poucos casais, não é?
É claro que um sentimento, como o próprio nome sugere, é algo que se sente e, portanto, é íntimo. Mas o amor, se não mútuo, tem peculiaridades bem desagradáveis, e por isso não seria interessante que tais peculiaridades permanecessem presentes por todo o sempre. Mas talvez seja o que aconteça, e em grande escala, já que, se o amor for mesmo pra sempre, o número tende a crescer com facilidade, porque com exceção dos que encontram sua "alma gêmea", todos os outros ficam amando outras que amam outros que amam outras que amam outros e por aí vai num círculo infindável, solitário, e cheio de gente sozinha. Ou não, afinal casamento é o que mais tem por aí, e em um número bem parecido com o de divórcios.

Todas essas questões juntas formam uma questão principal: O que fazer quando se sente que é amor, se sabe que é pra sempre, mas se está dentro do círculo infindável dos amantes solitários?
Muito se disse sobre isso...
Alguns pensadores se desesperaram por ter um coração dividido entre a esperança e a razão, outros ficaram mais felizes mesmo morrendo de dor, alguns fizeram juras de amor, uns até pensarem somente nas amadas e esqueceram de si próprios. Mas todos sem saber ao certo o que faziam ou porque faziam. O mais certo talvez dentre eles, disse por fim que "Amar não é ter que ter sempre certeza."

Realmente pouco se tem certeza sobre isso e menos ainda é entendível. Muito se fez, mas nada se resolveu. Até hoje ninguém achou a cura para o amor e, estranhamente, ninguém nem quer achar.
Exemplos de amores ideais:
  • Romeu e Julieta, de Shakespeare
  • Jack e Rose, em Titanic
  • Sr. e Sra. Cabeça de Batata, em Toy Story

Exemplos de amores não correspondidos:
  • Capachão por Priscilla, na TV Colosso
  • Gonzo por Pig, em Muppets
  • Bruxa do 71 por Seu Madruga, no Chaves

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Sou mais os blogueiros!

Primeiro foi o sr. Machado de Assis naquela história toda de maçãs e mulheres. Se ele pensasse um pouco mais perceberia que maçãs foram feitas apenas para serem comidas - com execeção dos mais sensíveis que enxergam beleza e as usam como musas de seus retratos, mas esses seriam os gays. Logo, a comparação com as mulheres é no mínimo discutível.
Aí essa semana fui ler algumas coisas enquanto tomava um café e me deparei com uma mensagem de autoria do premiado Paulo Coelho:

Se você está em dúvida sobre suas atividades profissionais, pare diante do espelho e pergunte: “meu trabalho me faz bem?”

Às vezes é necessário cumprir certas etapas, porque escolhemos determinado caminho – e tudo tem seu preço. Mas, se o que você está fazendo agora não é parte de seus sonhos, pare. Você está colocando ali, no mínimo, oito horas de vida por dia. Não acredite naquela história de “ah, eu vou fazer isto por um tempo, e depois farei o que realmente desejo”. Se você agir assim N-U-N-C-A terá oportunidade para viver da maneira que realmente quer. Não vale a desculpa: Ah, eu me sacrifico por pessoas que amo”. As pessoas que lhe amam querem lhe ver feliz.

Não há dinheiro que pague seu tempo. Lembre-se: quando ficar velho, onde vai comprar de volta os minutos de vida que vendeu?

Não existe um Banco de Vida. O que existe é a Vida.

Nesse momento percebi que a última coisa agradável que li do Paulo Coelho foi uma piada. Ele só poderia estar fazendo graça de novo.
Será mesmo que não vale a pena trabalhar durante um ano em um trabalho não agradável pra conseguir aquele carro tão sonhado que vai te acompanhar durante alguns bons anos e te proporcionar momentos inesquecíveis como passeios em família ou viagens com a pessoa que se gosta? Eu acho que vale, e muito, a pena.

Não apenas pelos sonhos, já que por estes o escritor faz resalvas, mas também por necessidades. Muitas vezes é simplesmente impossível escolher se vai trabalhar ou não, e mais impossível ainda escolher no que.

Além disso, o quão esse trabalho é desagradável e qual a prioridade disso em sua vida? Será mesmo que não é recompensador o sorriso dado por uma pessoa que você ama depois dela ganhar um presente que queria muito e você conseguiu comprar graças as 160 horas de trabalho mensais? Por mim poderiam ser 320 horas que ainda valeria a pena. Realmente, algumas coisas não têm preço. É tudo uma questão de valores.

Graças ao bom Deus, algumas pessoas conseguem estruturar suas vidas em parceria com a carreira dos sonhos, como o citado Paulo Coelho. Mas e os que não conseguem, como os que sonham em ser jogadores de futebol, mas se não conseguirem em uns 5 anos, a carreira torna-se impossível, por exemplo?

Queria saber qual o real critério da ABL pra escolher esses imortais...
É inegável que alguns escritores têm estilo diferenciado no escrever, mas é preciso atentar ao conteúdo desse escrever. Os que não concordam com isso são os mesmos que têm relacionamentos baseados na aparência física, pagam 100 reais em um frango enrolado em duas vagens porque é comida francesa, ou julgam um livro pela capa, nesse caso, pelo autor.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Religião não se discute?

Ontem uma amiga me explicava o significado da palavra "Egrégora" e acabou por despertar alguns assuntos muito interessantes pra se discutir: religião, crenças, dogmas, etc...

Falávamos mais especificamente sobre energia e Ocultismo e acabei me abstendo por falta de argumentos já que o assunto não faz parte do meu cotidiano. Resolvi então ler algumas coisas e achei bacana compartilhá-las.

Antes disso, é importante dizer que isto não é uma tentativa de conversão. É apenas interessante que se aprofunde um pouco mais nas coisas antes de sair por aí dizendo que é espírita, por exemplo, só porque gostou de ler o romance que a Zíbia Gasparetto escreveu; ou que é budista porque começou a fazer Ioga na semana passada.

Contudo, minha intenção, além de trazer interesse, é mostrar que toda religião possui crenças e trabalha com a fé, ou seja: pode ser facilmente contestada e, por isso, não me agrada.

O Ocultismo, por exemplo, tem como principal característica estudar forças e energias nas mais variadas formas e tipos, percebendo onde elas atuam e o que podem trazer ao homem.
Os adeptos ainda complementam que tal religião é um treinamento para despertar "poderes ocultos".
Qualquer psicólogo iria diagnosticar tal trecho como hipnose auto-induzida e que essas energias que provocam mudanças são o auto-conhecimento aliado à força de vontade.
Sem criticar, fui atrás de Aleister Crowley, um dos mais importantes ocultistas. Sua doutrina tinha como lema "Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei". Fazer o que se tem vontade é sim certo, mas o sr. Crowley não parecia ter muitos limites quanto a isso em meio as missas negras e orgias de sangue que realizava.
Depois, fui verificar a origem do Ocultismo e descobri que ele é fundamentado no Hermetismo: estudo e prática da filosofia oculta e da magia. Esse tal de Hermetismo, por sua vez, tem base no Egito (é... exatamente o povo que tinha o Sol como um deus), e a magia, por ele estudada, foi assim definida pelo próprio sr. Crowley: "Magia é a arte de provocar mudanças a partir da vontade."

Entendo essas mudanças somente de dois modos:
No primeiro, a vontade de provocar mudanças faz com que eu faça algo pra isso acontecer. Seria por exemplo, malhar pra emagrecer, aproveitar o lazer pra ser mais calmo. Até aí nada de anormal.
No segundo, a vontade de provocar mudanças fariam elas acontecerem, aí sim, por magia. Seria o caso de querer que um ás de copas surgisse no topo do baralho sem embaralhar as cartas.

Se ele fizer a primeira magia, não passa de alguém esforçado. Se fizer a segunda, é mentiroso.

Por fim, fica a sugestão de seguir, ou não, algo como religiões e crenças apenas se isso lhe trouxer algum tipo de bem-estar. Já que é inegável que algumas coisas simplesmente nos fazem bem, não interessando se essa energia boa é de fonte científica ou oculta.

No que eu acredito? No Deísmo.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Será que vale a pena?

"Persistência é perda de tempo, você só se decepciona mais. As coisas são simples; se estão muito complicadas é porque não é pra ser assim. (...) Facilite a vida."

Assim uma amiga terminou uma conversa sobre problemas da vida em geral. A princípio achei uma opinião muito extremista, mas preferi pensar no assunto antes de discordar.

Em primeiro lugar me pergunto se vale a pena se esforçar pra conseguir algo? É relativo. Como tudo na vida. Se esse algo também valer a pena a recompensa pagará o trabalho. Seja ela uma vaga de emprego depois de 5 anos de preparação, ou um sorriso depois de duas horas de conversa.

Talvez o ponto principal disso tudo nem seja lutar, ou não, por alguma coisa, mas o porquê de estar lutando e para que. Três afirmações são opostas à opinião da minha amiga:

Primeiro, a persistência nunca pode ser encarada como perda de tempo, já que, mesmo que a recompensa não seja proporcional ao esforço, ela é quista, logo as grandezas se equiparam.
Depois, mesmo que a recompensa não seja alcançada, é menos frustrante a sensação de ter tentado e não ter conseguido, do que desistir antes mesmo de tentar e ficar por um bom tempo se lamuriando: "Ah... eu podia ter feito tal coisa que talvez pudesse ter dado certo..."
E, por último, definitivamente a complicação de algo não tira sua graça. Ou alguém discorda que as mulheres mais difíceis são as melhores?

Concordar com a citação também seria admitir a existência de destino.
Destino: Termo fundamentado na mitologia. Diz respeito a ordem natural estabelecida do universo. Geralmente é concebido como uma sucessão inevitável de acontecimentos provocados ou desconhecidos.
Ou seja, acreditar em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa e afins. Eu particularmente acho o "1 + 1 = 2" mais confiável que Minotauros e deuses que atiram raios.

Mas em uma coisa minha amiga tem razão: as coisas são simples e devem sim ser fáceis, mas isso não tem nada a ver com persistência, e sim com alegria de viver.



domingo, 27 de janeiro de 2008

Adendo

Computador novo, coisas novas, pessoas novas, ânimo novo.

Pensava eu há alguns dias sobre as baboseiras que exponho neste blog e acabei discordando de mim mesmo, ou melhor, me corrigindo.
Pensava mais exatamente na postagem sobre amizade colorida e percebi que um homem e uma mulher que tenham um relacionamento fundamentado exclusivamente na amizade não querem se beijar e muito menos se beijam. É fato.
Logo, se existe aquele olhar diferenciado, ou aquela palavra é solta no ar de forma diferente dando margem pra algum tipo de pensamento como o meu exposto no postagem referida, é porque simplesmente os dois em questão não são amigos, ou melhor, não são só amigos. Felizmente.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Moleque moleque

Noite quieta hoje e eu sem muito ânimo pra discorrer sobre algo interessante...
De qualquer maneira encontrei um poema um pouco empoeirado, mas que ainda é válido.

"O moleque já amou
O moleque já chorou
O moleque estava triste
Agora feliz ficou

Se importava com o amor
Se importava com sua flor
Ela, má, não quis saber
Ele demorou a perceber

Não importa o que ela diga
Não importa o que ela faça
Ele sempre foi incrível
E mostrará que tudo passa

Se afastou por um tempo
E voltou frio como o vento
Nem sobre tortura
Faria novamente essa loucura

O moleque era bondoso
De nada adiantou
Agora chamam de fogoso
Daquele pouco sobrou

O moleque muito sofreu
Mas acabou que aprendeu
Amar quem não lhe ama
Só se for na cama..."